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A musica ecoa pelo vale que foi dos baroes do cafe !
17/07/2013 às 00h00 A música ecoa pelo vale que foi dos barões do café Por Heloisa Magalhães | Do Rio A Fazenda Paraíso, em Rio das Flores, será um dos locais do festival, idealizado por Cristina Braga, harpista do Municipal do Rio, cuja família tem sítio em Vassouras Momentos para conviver com música, história e natureza. Assim, Cristina Braga, primeira harpista do Theatro Municipal do Rio, descreve o Festival do Vale do Café. O evento começou ontem e terá concertos e espetáculos até o dia 28. São quase 15 dias em que praças, igrejas e fazendas de 11 cidades do Vale do Paraíba fluminense se tornam palco de música clássica ou popular, ao ar livre ou em salões e capelas restauradas dos tempos dos barões do café. Cristina foi a inspiradora do movimento. Há mais de cem anos a família dela tem um sítio em Vassouras. O município foi um entre outros da região que não conseguiram reconquistar uma vocação econômica depois da derrocada do ciclo do café, agravado pelo fim da escravidão no século XIX. A harpista vislumbrava um potencial de estímulo à música a partir uma herança dos senhores que, nos tempos de total opulência - até exagerada, que levaram muitos a não ter reservas, relatam historiadores -, tinham instrumentos de primeira linha e realizavam saraus nas belas fazendas. A região, entretanto, permaneceu rica em manifestações culturais vindas dos escravos, como os chutes e rasteiras da africana capoeira ou o maculelê, a dança que simula uma luta tribal usando como arma dois bastões, além da caninha verde, que veio para o Brasil via Moçambique, mas a origem é do Minho, no norte de Portugal. O alerta maior veio quando foi cogitada a possibilidade de ser instalado na região um presídio de segurança máxima. "Cristina conseguiu que a coletividade de Vassouras, historicamente a cidade dos barões do café, se envolvesse com a proposta. Atraiu proprietários de fazendas que foram sendo recuperadas a partir do boom da bolsa da década de 1970", relata o produtor musical Nelson Drucker. A Fazenda União, também em Rio das Flores: no evento, público ouve obras clássicas e populares e convive com a história e a natureza; é também a chance de alunos da região participarem de oficinas com músicos profissionais Há seis anos dirigindo o evento, Drucker conheceu Cristina em uma apresentação na inauguração da árvore de Natal da Bradesco Seguros, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Dali nasceu a união, reunindo Turíbio Santos e Paulo Barroso na direção artística do festival. Turíbio envolveu-se completamente com a região. Abraçou a direção de cursos de música nas cidades do Vale. "O movimento Música nas Escolas no Vale do Paraíba já atendeu 22 mil alunos da rede pública. Por meio dele vão sendo pinçados aqueles que querem trabalhar com música. Assim, foram criados grupos e até uma sinfônica completa", conta Drucker. "Neste ano, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, o principal conjunto do Projeto Música nas Escolas, apresenta-se a partir de amanhã e até domingo em Visconde de Mauá, Resende, Três Rios, Barra Mansa e Paty do Alferes", completa. O festival remunera cerca de mil profissionais, beneficia mais de 1.500 alunos de música. Durante o festival, irão para a região professores de música. Vão dar aulas gratuitas a cerca de 350 alunos, a maioria crianças e adolescentes, em oficinas de violoncelo, contrabaixo, violino, saxofone, clarineta e trompete. No período, os alunos recebem hospedagem e alimentação. Neste ano, na 11ª edição do festival, as homenagens são em comemoração aos 100 anos de nascimento de Vinícius de Moraes, aos 200 anos de Giuseppe Verdi e aos 150 de Ernesto Nazareth. João Bosco foi o solista convidado para se apresentar com a Sinfônica de Barra Mansa (OSBM) em Resende, Barra Mansa, Piraí e Três Rios. No dia 27, sábado, ele se apresenta com sua banda na praça Barão de Campo Belo, em Vassouras. Destaque à parte são as apresentações nas fazendas, onde ao chegar o visitante é recebido com uma taça de espumante Salton. A pianista Eudóxia de Barros vai tocar Ernesto Nazareth na Fazenda Florença. O concerto será seguido de sarau teatral, histórico e musical sobre um dos personagens mais importantes da História do Brasil: Santos Dumont. A venda dos quatro mil ingressos para os concertos não sustenta o festival. "Tudo acontece graças às Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura. Neste ano, o orçamento é de R$ 4 milhões, apertado", diz Drucker. Mas está crescendo o número de patrocionadores. Nesta edição entrou a Citroën, que tem fábrica em Vila Real. O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura, pela Light e pela Secretaria de Estado de Cultura. Entre os patrocinadores estão CCR, Embratel, CEG, Sebrae. Apoiam a Eletrobrás/Furnas, BR, Banco do Brasil/Mapfre, " O Globo ", Universidade Severino Sombra, Vassouras Eco Resort e TV Rio Sul. A realização é do Sesc e do Ministério da Cultura. É produzido pela Backstage Produções.
Miguel Pereira e Paty do Alferes - Rio de Janeiro

 

 

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